Simulador da Copa do Mundo 2026 | Central da Copa

O simulador da Copa do Mundo 2026 está disponível para você aqui no SDA. Portanto, você poderá simular uma série de confrontos para entender quem pode pegar quem em todas as fases até a final.

A seguir, entenda mais sobre todos os grupos e como usar o simulador para a Copa do Mundo!

Como usar o nosso simulador da Copa 2026

O simulador da Copa do Mundo é uma ferramenta gratuita do SDA que permite visualizar possíveis cenários da competição, desde a fase de grupos até os confrontos do mata-mata. A proposta é simples: ajudar o usuário a entender como diferentes combinações de resultados podem alterar o caminho das seleções ao longo do torneio.

Na edição de 2026, a Copa do Mundo contará com 48 seleções, divididas em grupos, o que amplia significativamente o número de cenários possíveis. Por isso, o simulador se torna ainda mais útil para quem quer acompanhar a lógica dos confrontos e projeções da competição.

Passo a passo para usar o simulador

Para utilizar o simulador da Copa do Mundo, basta seguir os passos abaixo:

  1. Clique na seleção que você deseja alterar de posição dentro do grupo;
  2. Em seguida, clique na seleção que ocupará o lugar da primeira;
  3. Automaticamente, as equipes trocam de posição no grupo.

Na fase de mata-mata, o funcionamento é ainda mais simples. Basta escolher a seleção que, na sua avaliação, avança no confronto, e o simulador atualiza o chaveamento automaticamente.

Benefícios de usar o simulador da Copa do Mundo

Assim como em outras competições de mata-mata, a Copa do Mundo é marcada por confrontos imprevisíveis e caminhos que podem mudar completamente a partir de um detalhe na fase de grupos.

O simulador permite:

  • visualizar possíveis cruzamentos no mata-mata
  • entender como a posição final no grupo influencia o caminho até a final
  • comparar cenários mais favoráveis ou mais difíceis para cada seleção

Para quem acompanha o torneio com olhar analítico, o simulador ajuda a organizar cenários, mas não substitui a imprevisibilidade do futebol. Ele serve como ferramenta de leitura de caminhos, não como previsão de resultados.

Mata-mata na Copa

A história das Copas mostra que favoritismo nem sempre se confirma. Seleções anfitriãs já ficaram pelo caminho, campeões recentes já foram eliminados precocemente e confrontos improváveis acabaram decidindo títulos.

Na fase eliminatória, tudo passa a ser definido em jogos únicos, o que aumenta o peso de cada decisão. Dependendo da combinação de resultados na fase de grupos, confrontos entre grandes seleções podem acontecer ainda nas fases iniciais do mata-mata.

Os caminhos da Seleção Brasileira

A Seleção Brasileira foi sorteada como cabeça de chave do Grupo C da Copa do Mundo de 2026. Na fase inicial, o Brasil terá como adversários Marrocos, Haiti e Escócia, em uma chave considerada equilibrada, mas que exige atenção quanto à posição final na classificação.

Com o novo formato do Mundial, que conta com 48 seleções, o caminho no mata-mata varia significativamente de acordo com a colocação no grupo. Avançar em primeiro ou segundo lugar muda completamente os cruzamentos nas fases seguintes.

Se o Brasil avançar em primeiro lugar no grupo

Confirmando o favoritismo e terminando como líder do Grupo C, o Brasil enfrentará, na primeira fase eliminatória, o segundo colocado do Grupo F, chave que reúne Holanda, Japão, Tunísia e um país vindo da repescagem europeia.

Oitavas de final

Caso avance, o cruzamento seguinte será contra o vencedor do confronto entre os segundos colocados dos Grupos E e I. Essas chaves contam com seleções de peso, como Alemanha, França, Senegal, Noruega, Costa do Marfim, Equador e Curaçao, além de um país oriundo da repescagem intercontinental.

Quartas de final

Nas quartas, o caminho pode levar o Brasil a enfrentar:

  • o líder do Grupo A, que tem México, África do Sul, Coreia do Sul e um classificado da repescagem europeia, ou
  • o líder do Grupo L, que reúne Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá,
    além da possibilidade de cruzar com um melhor terceiro colocado, conforme o desempenho geral da fase de grupos.

Semifinais

Chegando às semifinais como líder de grupo, o Brasil pode ter pela frente outros cabeças de chave, como Argentina, Canadá ou Portugal, desde que essas seleções também avancem como líderes em suas chaves.

Se o Brasil avançar em segundo lugar no grupo

Caso termine a fase de grupos na segunda colocação, o Brasil ainda segue no caminho do mata-mata, mas com cruzamentos potencialmente mais exigentes desde o início.

Primeira fase eliminatória

O adversário será o primeiro colocado do Grupo F, novamente envolvendo seleções como Holanda ou Japão, além de Tunísia e um representante da repescagem europeia.

Oitavas de final

Avançando, o Brasil enfrenta o vencedor do confronto entre os segundos colocados dos Grupos A e B. O Grupo B conta com Canadá, Suíça, Catar e um país da repescagem europeia, enquanto o Grupo A reúne seleções com mando regional.

Quartas de final

Nas quartas, os possíveis cruzamentos incluem:

  • o líder do Grupo E, que pode ser a Alemanha, ou
  • o líder do Grupo I, que pode ser a França,
    além, novamente, da possibilidade de enfrentar um melhor terceiro colocado.

Semifinais

Se chegar às semifinais como segundo colocado na fase de grupos, o Brasil pode cruzar com seleções como Espanha, Estados Unidos ou Bélgica, desde que essas equipes avancem como líderes de seus respectivos grupos.

Impacto do novo formato

Com a introdução dos melhores terceiros colocados no mata-mata, o chaveamento da Copa do Mundo de 2026 se torna mais dinâmico e menos previsível. Isso faz com que a posição final na fase de grupos tenha peso ainda maior na definição do caminho até a final.

Por esse motivo, a classificação como líder do grupo pode representar um cenário mais favorável ao longo da competição, embora, em Copas do Mundo, o nível de dificuldade aumente naturalmente a cada fase.

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